Recuperação da Economia no Segundo Semestre

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48% dos comerciantes e prestadores de serviços acreditam que o segundo semestre será melhor para a economia

84% afastam a possibilidade de demitir funcionários nos próximos meses. Para os empresários, principais condições para que o Brasil volte a crescer é o combate à corrupção, a redução de tributos e o controle da inflação.

Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com varejistas e prestadores de serviços das 27 capitais e do interior do Brasil mostra que, em geral, o ânimo dos empresários para os próximos meses melhorou na comparação com o começo do ano. O levantamento revela que caiu de 60,2% em abril para 39,5% em agosto o percentual dos empresários que consideram a crise econômica muito grave. Para 47,9%, o segundo semestre será melhor do que o primeiro, enquanto apenas 6,8% acreditam que será pior, bem abaixo 39,5% que pensavam o mesmo no primeiro semestre.

“É importante ter em vista que a melhora do padrão de gastos pode ser um legado positivo da crise”, explica o presidente da CNDL, Honório Pinheiro. “Mesmo em períodos de bonança, o empresário deve buscar fazer o máximo com o mínimo de recursos, sem que isso prejudique a qualidade daquilo que oferta”.


Manutenção dos juros é decisão prudente e acertada, avalia SPC Brasil

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) considera acertada e prudente a decisão tomada na noite desta quarta-feira (31/8) pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central em manter pela nona vez seguida a taxa básica de juros em 14,25% ao ano.

O resultado anunciado já era aguardado pelos analistas do SPC Brasil e está em linha com o tom adotado na ata da última reunião do Copom, sinalizando que apesar dos preços estarem cedendo, a flexibilização da política monetária ainda depende de sinais mais claros de convergência da inflação à meta. Caso esses sinais se fortaleçam, é provável que o BC inicie a queda da Selic ainda no último trimestre de 2016.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, “o adiamento do ciclo de afrouxamento monetário mostra que a nova direção do Banco Central está comprometida com a meta de inflação, já que apesar do recuo dos índices de preços, ainda há riscos significantes ao cenário de convergência do IPCA à meta. O Banco Central inclusive destacou na nota desta noite que o recuo da inflação foi mais lento que o esperado ainda que se tenha observado queda nas expectativas de inflação. Apesar de a economia apresentar um nível de ociosidade elevado, ainda é necessário trabalhar a ancoragem de expectativas e diminuir os efeitos da inércia inflacionária de anos anteriores”.



Link: http://cndlink.cndl.org.br/cl/PmkH/tAG/fdb3/IfZ1XagrYwo/BKpk/K5SbtZIUdg/1/

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